Os sustos da vida

11 30 de janeiro de 2015 | Posted by Lidiana in bem estar | comportamento | Saúde | Vida pessoal

tudo-sobre-a-sindrome-do-panico

Gente, uma coisa que sempre me fez voltar pra cá, pro blog, pra internet, era a possibilidade de ser eu, dividir experiências e, de alguma forma, ajudar as pessoas.
Seja com uma dica  pra deixar o batom bonito, ou uma sugestão de maquiagem ou uma conversa franca, sobre a vida real, que nem sempre é perfeita.

Eu sei que são poucas pessoas que vão ter saco pra ler isto aqui, mas eu preciso escrever e compartilhar. Isso me faz refletir ainda mais e, no fim, me faz bem. E pode ser que te ajude também.

 

Já faz alguns meses que eu ando tentando encontrar o meu equilíbrio. Não é de hoje que meu stress vem beirando a borda do copo e não é de hoje que eu tento procurar uma solução, uma ajuda.
Independente de qualquer coisa que me fez dar um tempo ano passado, esse caso é atual.

Eu tô falando de stress de verdade e excessivo, gente. Daquele stress que vai fazendo mal, sem você nem perceber.
Enquanto estava na fase silenciosa, coincidentemente ou não, começou a aparecer pra mim um monte de posts e vídeos de blogueiras que também estavam passando por momentos difíceis, ou que estaquem repensando algumas coisas.
Acho que o universo vai mandando os sinais, basta a gente ter sensibilidade pra receber essas mensagens. Enfim…

 

[Olha, este post vai ser um pouco confuso, mas abra o coração e tente juntar as pontas…]

 

Um post específico que eu li há algumas semanas e reli hoje, foi o da JuRomano, no qual ela comenta sobre a vida real, de uma pessoa real. Vale a pena ler: http://juromano.com/diario-da-ju/blogueira-nova-x-blogueira-velha
Lá ela diz também que foi-se o tempo que as pessoas dividiam suas fraquezas aqui, suas dúvidas, sonhos… E eu que sempre tentei fazer isso, me senti encorajada de vir aqui mais uma vez abrir o coração.
Quem está comigo há mais tempo sabe: já chorei com vocês em vídeo, já fiz vídeo de incentivo, já tentei emagrecer com vocês…

 

E, depois de muito tempo, sinto que chegou a hora de fazer isso de novo.
Quero falar pra vocês sobre um assunto sério, que afeta pelo menos 1 pessoa do seu convívio, mesmo que você não saiba.

 

Stress ou transtorno do pânico ou depressão ou ansiedade patológica. Ou qualquer desequilíbrio emocional causado por dificuldades, stress ou problemas além do que a pessoa consegue administrar.
Sim!

Nesse modelo de mundo, principalmente no profissional, muitas vezes a gente fica mais dentro do escritório do que fora. Se a gente tá cansado, somos tachados de preguiçosos. Se estamos tristes, somos rotulados como anti éticos ou não profissionais. Enfim, é pressão pra $#&*@!. No seu trabalho, no meu trabalho, no trabalho da fulana… Sempre é assim. (Salvo algumas empresas mais modernas)
Difícil é conciliar também isso tudo com os sustos do que sobra da nossa vida pessoal.

O que a gente faz?
Pra dar conta de tudo, a gente guarda, guarda e guarda. A caixinha do “depois eu resolvo isso” vai ficando lotada, já que é “bonito” conseguir abraçar tudo. E nossa saúde fica de escanteio.

 

Uma hora a bomba explode, gente. E foi o que aconteceu comigo.
Eu venho passando por muito stress e sobrecarga já faz algum tempo e depois de um episódio na minha vida pessoal, que envolve outra pessoa, e que me deixou muio preocupada, eu tive uma crise de pânico bem séria.
Meu corpo já vinha falando “ó, fia… Não tá vendo esta taquicardia aqui? E essa insônia? Você precisa dormir!!!”… E, tentando ser forte, a gente fala:
“Ahhh, não é nada. Logo passa.”

 

Aí “ozôtro fala”:
“A vida é assim mesmo, dureza pra todo mundo. Precisa ser forte e encarar.”

 

O que a gente pensa?
“Caraca, eu tô aqui quase arregando… Não sou forte? Tô me esforçando pouco? O problema sou eu?”

 

Aí, amiga, nessa hora não dá tempo nem de terminar a linha de raciocínio.
O corpo e a mente dizem “chega, você var ter de relaxar AGORA” e puft. Desligam a caixa geral, sem choro nem vela.

 

Esse episódio aconteceu na quinta-feira passada e eu fui parar no pronto socorro.
Achei que fosse morrer, literalmente. Meu coração batia tão forte, a ponto de doer.
Minhas mãos geladas, meu maxilar travado, já não sentia meus pés… Não conseguia respirar direito. Tudo isso acompanhado de um desespero horrível e sensação de… Sei lá. Não sabia direito mais onde eu estava.
Eu tentei manter a calma, porque eu tava sozinha. Deu tempo de pensar uma coisa ou outra e uma colega me levou ao hospital.
Foi a sorte que ela chegou mais cedo pra me “salvar”. Obrigada pela ajuda, de coração!

 

Gente, eu não desejo isso pra ninguém. Ninguém.
Pois então, fui atendida e uma médica muito atenciosa mediu tudo, fez um eletrocardiograma, me deu um remédio e fui pra casa.
Eu não estava tendo um ataque cardíaco, nada. Era puramente meu sistema nervoso e meu emocional que estavam debilitados e pediram ajuda.

 

É igual bebê: bebês não sabem falar e, então, pra mostrarem suas necessidades, choram a ponto de acordar todo mundo.
O corpo e a mente são assim: de tão um susto “sensacional” pra ver se você se liga. rs
Pra resumir, ela me pediu pra procurar vários especialistas como cardiologista, endocrinologista, psicólogo e psiquiatra.
Engraçado que, dias antes disso acontecer, eu já estava me sentindo tão mal que já tinha marcado acupuntura e psicóloga pra esta semana, sem saber o que viria.
E queria começar Yoga também.

 

Enfim, fui diagnosticada com síndrome do pânico (que agora é chamada de transtorno ou distúrbio do pânico, eu acho) e com depressão.
Ao contrário de qualquer episódio anterior da minha vida (um dia vou falar sobre isso também), esse, em especial, segundo minha médica, foi causado por acúmulo de stress mesmo.

 

 

Então, eu quis contar isso pelos motivos que já citei:

1- É bom desabafar e desmistificar esse tipo de doença. Pânico é coisa séria, não é xilique, não é frescura, não é ataque de pelanca, não é showzinho. É SÉRIO.
E dá medo, e te dá vontade de sumir, e dá fobia e te dá vontade de desligar da vida por um tempo e, adivinha? É isso o que você precisa fazer. Além disso, é imprescindível ter um médico BOM te acompanhando.

2- Pode ajudar alguém.

3- Existe muito preconceito em volta disso e não precisa. Como eu disse, não é xilique, nem maluquice. É só um pedido de socorro.

4- Porque sim. Eu acho importante escrever sobre isso (falar ainda é bem mais doloroso), por mais que seja MUITO difícil. Eu sei que muitas das minhas leitoras estão passando por isso e têm vergonha de procurar ajuda.
As pessoas rotulam e julgam sim. É comum, principalmente quem nunca passou por isso.

É isso, meninas. Eu quero fazer um vídeo pra falar mais sobre isso com vocês.
Mas, a princípio, vim contar o motivo de eu estar de “repouso forçado”, como eu tinha dito no Instagram.

 

 

Vocês nem sabiam o que era e já me deram apoio. Isso é muito nobre da parte de vocês, saibam disso.
Uma das coisas que mais ajuda nesse processo é o apoio. E esse apoio, tão essencial, muitas vezes não vem dos seus amigos, alguns familiares, vizinho, papagaio, ou de quem você esperava…
Mas bora levar a vida e… SE CUIDAR!

Obrigada desde já! Por tudo!
Um dia de cada vez, né?

 

Se for do interesse de alguém, quando for possível divido com vocês as fases do tratamento, quais atitudes têm me ajudado… Enfim. Me digam se querem.

p.s.:
Preciso fazer ualgumas menções honrosas.
À minha mãe, que me surpreendeu e cuidou de mim, conversou, me deu colo e me ajudou bastante na fase aguda.

À minha psiquiatra: super séria, profissional, mas muito atenciosa, detalhista, moderna e humanista. Quem for de SJCampos e região e estiver precisando de ajuda, procurem por Dra. Úrsula Noleto. Já fui em outros médicos e até hoje nenhum se compara à ela. Sério.

À minha psicóloga, Dra. Helenita Scherma, que faz psicoterapia cognitiva, é especialista em Pânico, Depressão e Fobias. Ela é fofa, pacífica, porém, certeira.

Ao meu marido lindo, fofo, amado e maravilhoso. É quem aguenta a barra mais de perto e é ele quem tenta, todos os dias, me tranquilizar pra dormir e reforça que tudo vai dar certo.

batom-sapatilha-dailus-como-aplicar-1

Meninas, há mais de 1 mês que recebi essa belezinha e confesso que eu tava quase desistindo.
Muito difícil e demorado pra aplicar, exigia habilidades ninjas e o resultado… Catastrófico!

 

Eu adoro a Dailus, acho que foram pioneiríssimos e muito ousados por trazerem pras brasileiras um pouco do que a gente vê de maquiagem lá fora.
Mas, excepcionalmente, a fórmula do tal do batom líquido “Sapatilha” deixou a desejar.

 

Tentei de tudo, gente. Não assisti nem 1, nem 2, nem 3 vídeos no YouTube sobre ele. Assisti uns 15, eu acho.
Só faltou plantar bananeira pra aplicar e ver se dava algum efeito hehehe
Mas, eis que um dia de ócio, dormindo à tarde no fim de semana… Eu sonhei. Juro!
Pareço a Eloisa Medina da “plástica natural falando”, mas eu realmente sonhei.

 

Depois de hoooooras tentando fotografar pra vocês, sem sucesso e com o resultado ~deprimente~ abaixo, eu fiquei com aquilo na cabeça e acabei sonhando.

batom-sapatilha-dailus-tentativa-frustrada
Eu tava tão desanimada que até a foto ficou desfocada, tamanha era a feiura.

 

O problema do tal batom era ser pouco pigmentado. Então, quando você passava o aplicador (ou pincel), as próprias cerdas iam removendo a cor.
E como ele é líquido, não aderia aos lábios. Aí, numa tentativa desesperada de arrumar, só piorava.

 

Acordei do sonho, fui pra penteadeira acabada mesmo (peço desculpas pelas olheiras, não tenho conseguido dormir à noite, simplesmente) e gravei pra vocês.
O resultado é 90% perfeito, mas ele fica 100% apresentável.

Dessa forma que mostrei no vídeo, eu consigo aplicar o batom, sem maiores problemas, em 2 minutinhos e sem precisar chamar os universitários :)

batom-sapatilha-dailus-como-aplicar-2

Bom, eu testei outros produtos pra usar antes, que acabaram dando certo.
Se quiserem, eu mostro. Só me dizerem!

Ah, o batom é da loja Mania Vaidosa, da da fofa da Michele.
Ela enviou, gentilmente, pra que eu mostrasse pra vocês. Não tem código de desconto. ;)

 

Beijos!
Lidi

 

Vou colocar a mesma foto, com tratamento, pra vocês verem as variações de cor, conforme o ambiente:
batom dailus sapatilha

Meus amores!
Como venho dizendo nas minhas redes sociais, estou voltando à ativa aos poucos.
E agora, que tenho um novo cantinho de maquiagem (mostrei no Instagram(, consegui me organizar e fazer um tutorial de maquiagem pra vocês. Vocês pediram tanto <3

Então, esse estilo de maquiagem me agrada demais. É simples, fácil de fazer e dá o maior efeito!
Mesmo que você não tenha muita habilidade, pode se arriscar que vai dar certo!

maquiagem verão dia a dia

Ah! E fiz pensando em quem tá passando calor neste verão.
Porque, vamos combinar, não adianta fazer aquele make super elaborado, sair de casa e 5 minutos depois estar tudo manchado e derretendo, né?
No verão, a menos que você fique no ar condicionado apenas, a gente precisa ter bom senso, minha gente.

 

Sobre o cenário: vou melhorando aos poucos, tá? Ainda estou me adaptando na casa nova, preciso ajeitar a iluminação… Mas o importante é começar.
Espero que gostem! Assistam ao vídeo:

 

Produtos usados

Pele:
– BB Cream L’oreal, na cor clara
– Blot da MAC, na cor medium
– Corretivo Velvet Contém 1g, na cor 02
– Blush Líquido O Boticário

Olhos:
– Sombra longa duração, da Quem Disse Berenice?, na cor Goiabareia
– Sombra cremosa Color Tattoo, na cor 45 Bold gold
– Sombra cremosa Color Tattoo, na cor 40 Tenacious teal
– Sombra Yes Comestics, na cor Samba
– Pigmento MAC, na cor Melon
– Lápis de olho longa duração Toque de Natureza
– Máscara Make B, efeito cílios postiços
– Paint Pot da MAC, na cor Painterly
– Paleta de sombras, blushes e contornos (pode ser qualquer sombra laranja que você tiver na sua coleção)

Lábios:
– Batom Líquido Dailus Color, na cor Plié

 

Beijo pra vocês e obrigada por tudo sempre!
Lidi


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